A exaustão de uma Marca.

A exaustão de uma Marca.

[ Uma Regeneração sob o ponto
de vista do Rebranding ]

[imagem: autor]

 

Canto os sabores pálidos do meu ser. 
Desfaço, em migalhas, o calor morto
Fulminando na retoma de um renascer
Em tempo demais absorto.

Sirvo-me desta disposição mais ardente.
Repelo caliginosas vidas passadas…
Mergulho, só, num céu dormente
Grito às vozes de bocas caladas

Estou surda. Estou ferida,
Envolvida numa escuridão
Observo-me estarrecida
Nesta amarga solidão

(…)

Fixo meu olhar em ti…
Da luz transpareço o meu ser…
Veemente entendo que resisti…
Redefino… Amo… Sinto poder.

—————————————————

Um dia fora criada. Um dia todo um trilho teve um inicio. Uma perdura existência, marcada em anos, dita uma história e uma experiência; vinca uma identidade emitida e uma imagem de marca percepcionada.
Mas um dia, conflitos vários, externos e mais internos, determinaram uma crescente turbulência. É reflectida uma despersonalização pela essência, pelas crenças e pelos valores inoculados. Turbinaram exaustivas fendas sobre um todo erigido, nutrido, outrora, de sucesso.
A desprovida estratégia interna instalou o caos. O motor, insustentavelmente, parou.  Já não pega!
Um sufoco emergente sobreveio. Fora deixada ao acaso… Ao isolamento…
E agora?

A acção que gera reviravolta.

Como recuperar e revitalizar uma marca? Como torná-la mais forte?  Como elevar todo o seu potencial para ir mais além?

Muitas são as questões que se colocam no sentido de alcançar somente um objectivo: a prescrição de uma linha condutora de recuperação e activação de todo um potencial emocional e físico de uma marca.
Segue-se um ponto de partida para o qual as causas são relevantes, mas tornam-se acessórias. Foca-se toda uma energia num quadro clínico deveras devastador.

Restabelecer o equilíbrio de uma marca não é, de todo, uma tarefa fácil. Recriar uma marca nova, muito menos.
Eleva-se um feroz processo de rebranding. Um sólido ciclo construtivo é activado. Perceber quem fomos, o que nos tornámos e, sobretudo, o que que seremos e onde queremos chegar é o engrenar modus operandi, decifrado no:

  1. Permitir uma marca superar uma crise identitária; libertar-se de um negativo e passado compêndio; purificar-se e reposicionar-se num mercado subsistente e emergente;
  2. Capacitar uma marca de se reaproximar dos seus organismos externos – os existentes e potenciais consumidores; os sedutores concorrentes -, e internos – capital humano de uma empresa – uma cultura de uma casa.
  3. Desenhar uma identidade de marca renovada, mais forte e positiva – munida de uma esmagadora auto-estima e consequentemente confiante no valor da sua imagem;
  4. No acompanhamento dos sedutores concorrentes e no significativo potencializar de um portfolio de produtos e serviços corporativos;
  5. E tudo mais ao nível intrínseco com extrínsecas proporções visíveis e arrebatadoras.

Passo a passo recuperar uma marca constitui um retomar às origens. É um colectivo re-aceitar de uma nova vida. Um jorrar para um presente competitivo e um futuro incerto.

É o tudo ou nada.

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